quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

ESCAPADINHA A SALAMANCA

Agora que as férias terminaram podemos aproveitar os bons fins-de-semana que se avizinham para uma escapadela e fugir do stress do dia-a-dia. Esta é uma boa opção para fazer turismo em cidades europeias, no novo conceito que dá pelo nome de “city short breaks”, para conhecer a diversidade de serviços em museus, locais de diversão e compras.

Na ocupação romana da Península Ibérica toda esta região pertencia à província da Lusitânia, local onde fundaram a cidade Salmántica como era denominada. Ainda hoje na heráldica está a ponte romana recordando seu passado como passagem da “Via da Prata”, atravessava a Península Ibérica da Andaluzia Ocidental (província da Bética) até às Astúrias (província Tarraconensis). Conquistada pelos árabes, perdida e recuperada por diversas vezes, foi definitivamente reconquistada por Afonso VI, encarregando o seu genro, conde Raimundo de Borgonha, casado com a sua filha primogénita D. Urraca, para repovoamento desta parte do reino, outorgando-lhe o primeiro foral. A partir da Idade Média é uma sucessão de diferentes cidades desde, românicas, gótica, renascentista, barroca, moderna e tudo sempre sobre o mesmo território nas margens do rio Tormes, agrupando-se no perímetro amuralhado ainda hoje visível pelo traçado da Avenida Mirat, Passeios de Canalejas e Carmelitas, salvo as ruas mais recentes, todas as ruas da antiga cidade estão orientadas para a incomparável Praça Maior. 

Salamanca é uma cidade formosa, com um legado monumental e histórico relevante e, com uma das Universidades mais antigas da Europa como Oxford e Cambridge. Não é em vão que se tenha convertido nos últimos anos como um dos destinos turísticos de interior por excelência.

Venham então daí comigo!

Pela fronteira de Vilar FormosoCuidad Rodrigo
Colunas Romanas (3)

Circuito 1
Praça Maior (séc. XVIII) de estilo barroco
San Martin (séc. XII) este templo encerra sepulcros de grande mérito
Casa das Conchas (séc. XV), as conchas constituem o símbolo da Ordem de Santiago
La Clerecia, monumento de arquitectura barroca
Igreja de San Benito (séc. XIII-XV)
Universidade (séc. XIII)
Escolas Menores (séc. XVI), no pátio das Escolas Maiores a estátua de Frei Luís de Leão
Catedral Nova (séc. XVI-XVII-XVIII) e Torres Medievais da Catedral
Palácio de Anaya (séc. XV), o pátio é de impressionante grandeza
Catedral Velha (séc. XII)
Ponte Romana e Toro
Convento de las Dueñas (séc. XV)
Igreja e Museu San Esteban (séc. XVI)
Palácio Orellana
Palácio de Fonseca o La Salina (séc. XVI)
Torre del Clavero, de base quadrada mas terminando em octógonal

Circuito 2
Convento de Las Agustinas (La Purisima)
Palácio Monterrey
Colégio Fonseca (séc. XVI)
Convento de las Ursulas (séc. XVI)
Casa de las Muertes (séc. XVI)
Igreja Românica de San Juan de Barbalos (séc. XII)
Casa de Santa Teresa
Igreja Românica San Marcos (séc. XII)

Outros Monumentos
Sancti Spiritus
San Julian (séc. XIII)
Igreja Românica Santo Tomás de Canterbury (séc. XII)
Antiga Igreja de las Bernardas (séc. XVI)
Calatrava
Igreja de Santiago
Convento de las Claras
Casa Lis




domingo, 12 de novembro de 2017

ESCAPADINHA A CÁCERES

Agora que as férias terminaram podemos aproveitar os bons fins-de-semana que se avizinham para uma escapadela e fugir do stress do dia-a-dia. Esta é uma boa opção para fazer turismo em cidades europeias, no novo conceito que dá pelo nome de “city short breaks”, para conhecer a diversidade de serviços em museus, locais de diversão e compras. Proponho visita a Cáceres, segunda cidade mais populosa da Estremadura e, desde 1986, como cidade Património da Humanidade.

Esta região já era habitada na época pré-romana e como exemplo temos a “Gruta de Maltavieso”, no espaço urbano da cidade, possuindo no seu interior as pinturas com cerca de 30.000 anos. Alguns historiadores pretendem localizar num suposto castro celtibérico situado no Bairro Monumental, a denominada “Castra Sevilia”, sobre a qual se fundou, mais tarde, aquando da ocupação da Península pelos romanos, Norba Cesarina por Lucio Cornelio Balbo, por volta do ano 25 a.C.. Já uns anos antes, num conhecido por Cáceres “El Viejo”, a poucos quilómetros, Cecilio Vatelio fundou o acampamento de Castra Caecilia, cerca de 78 a.C.. Desta época, conserva-se uma porta da muralha romana denominada Arco del Cristo, Puerta del Rio o del Concejo.
A ocupação visigoda e as lutas familiares entre, Leovigildo e seu filho Hermenegildo, deram origem ao declínio de Norba Cesarina como importante colónia romana e será com a invasão árabe que recupera a sua antiga relevância estratégica.

No séc. XII, reconstroem-se as muralhas sobre fundações romanas, conservando-se ainda algumas torres como a de Bujaco, a da Yerba e a do Horno, depois sucedem-se as lutas entre árabes e cristãos até ser definitivamente conquistada por Afonso IX de Leão, em 1229, com a chegada de famílias aristocráticas provenientes do norte da península, finais do séc. XIII, construíram-se numerosos palácios e casas senhoriais em torno da Praça de Santa Maria e Praça de S. Mateo alcançando seu apogeu na época dos Reis Católicos, todavia, foi no séc. XVI, o momento mais importante para o desenvolvimento artístico e cultural de Cáceres, quando foi concluído quase em definitivo o seu conjunto monumental e, desta época são a maioria dos palácios e casas de características típicas de edifícios defensivos sob a influência renascentista.

Venham então daí comigo!

A cidade de Cáceres encontra-se acessível de Portugal por três fronteiras, qualquer uma que seja a opção, existem lindíssimas localidades com excelentes motivos de interesse orgulhando-se do seu passado, no património arqueológico que chegou até aos nossos dias, não deixando ninguém indiferente com paragem obrigatória.

Permitam-me pois que faça uma sugestão como possível alternativa no percurso até Cáceres:

Pela fronteira de SeguraAlcántara, Brozas, Malpartida de Cáceres
Alcántara
Ponte Romana de Alcántara (ex-libris da Península Ibérica)
Igreja Nssa Sra de Almocóvar de Alcántara
Igreja S. Pedro de Alcántara e Estátua
Brozas (Hotel Balneário – perto (Calçada Romana)
Malpartida de Cáceres

Pela fronteira de Marvão – Valência de Alcántara, Aliseda, Malpartida de Cáceres
Valência de Alcántara
Aqueduto Romano
Ponte Romana de Piedra
Pontarrón de los Garavios (fora da cidade – complicado)
Rota dos Dólmens
Aliseda
Ponte Antiga sobre o rio Salor (saída da povoação na E-521)
Malpartida de Cáceres

Pela fronteira do Caia - Badajoz

No interior da muralha da cidade antiga recuámos à época medieval, conserva parte da cidade romana, a leste, a porta da muralha Arco do Cristo, Puerta del Rio o del Concejo, embora a porta principal esteja junto à Praça Maior, no Arco de la Estrella (séc. XVIII) o Puerta Nueva (séc. XV), esta porta conduz-nos à primeira praça;

Praça de Santa Maria
Concatedral da diocese de Coria-Cáceres (séc. XIII), de estilo românico, mas, já com influência gótica
Palácio Carvajal e Torre almóade (séc. XII)
Casa Hernando Ovando (séc. XVI), estilo renascentista
Palácio Episcopal
Palácio Mayoralgo (séc. XVI)
Palácio de los Golfines de Abajo (séc. XIII-XV), casa-fortaleza gótica e Torre (séc. XIV)

Na Praça de S. Jorge
Igreja S. Francisco Javier e Convento da Companhia de Jesus (séc. XVIII), estilo barroco
Casa de los Becerra (séc. XV)

Pela Calle la Monja
Casa del Sol (séc. XV), casa-fortaleza - traseiras da Igreja
Casa del Águila e Torre de los Sande (séc. XV) – traseiras da Igreja
Casa de Cáceres-Andrades, “Casa do Macaco” ou “Casa del Mono” (séc. XV), gótica

Pela Calle Olmos
Casa Mudéjar (séc. XIV)
Palácio de los Ulloa-Roda (inscrições romanas na fachada na Calle los Condes)
Palácio de los Golfines de Arriba (séc. XV), casa-fortaleza com esquinas encimadas por torres

Na Praça de San Mateo
Igreja de S. Mateus (séc. XVI), sob ruínas de antiga mesquita árabe
Convento de S. Pablo (séc. XV-XVII), estilo gótico
Casa de los Cáceres-Ovando e Torre de las Cigüenas (séc. XV)

Na Praça de las Veletas
Casa de los Aljibes ou de las Veletas (séc. XII-XVI), Museu Cáceres (cisterna árabe) *

Bairro de Santo António - antiga Judiaria Velha de Cáceres e sobre a antiga sinagoga a Ermida de Santo António “Del Barrio”

Torres da Muralha e Portas relevantes
Torre Nueva o de Púlpitos (séc. XV)
Torre Redonda (séc. XIII), octogonal, antigo baluarte da muralha almóade
Torre del Postigo, de Aced o Avero (séc. XII), sobre fundações romanas e almóades sobrepostos
Torre Ochavada (séc. XII) sobre fundações romanas e almóades sobrepostos
Torre Mochada (séc. XIII), octogonal, antigo baluarte da muralha almóade
Torre de Bujaco (séc. XII)
Torre se la Yerba (séc. XII)
Torre del Horno (séc. XII)
Torre de los Pozos (séc. XII)
Torre del Arco del Cristo o del Rio e Porta del Rio o del Concejo (única porta romana)
Arco de la Estrella o Puerta Nueva (séc. XV)
Arco de Santa Ana o Puerta del Postigo (séc. XVIII)
Puerta de Mérida

Fora da muralha podemos ainda encontrar outros Palácios e Igrejas que destaco:
Igreja de Santiago (séc. XVI)
Palácio dos Godoy
Palácio dos Duques de Abrantes (séc. XV-XVI)
Judiaria Nova – a espaldas da Praça Maior, a sinagoga estava na Calle de la Cruz, mais tarde, se integrou no Palácio de la Isla (séc. XVI) mas actualmente não existe.
Centro de Interpretação da Caverna de Maltravieso (visita obrigatória) *

Nos arredores da cidade

Tour 1 – Um dia em Trujillo
Castelo (séc. X)
Palácio Chaves, Palácio Hinosa-Calderón, Palácio Escobar, Palácio Altamiranos, Palácio Orellana-Pizarro e Igreja Santa Maria Mayor (séc. XIII-XVI)
Praça Mayor, Palácio do Marqués de la Conquista, Palácio de Piedras Albas, Palácio dos Duques de San Carlos e a Casa de La Cadena

Tour 2 – Um dia em Guadalupe
Mosteiro e Hospedaria (séc. XIV) – Património da Humanidade desde 1983
Arco del Tinte 

Tour 3 - Valdesalor (Ponte Romana) na estrada nacional (N-630) a Mérida e Castelo de la Arguijela de Abajo; Castelo de Las Segura, na estrada (EX 100) a Badajoz; Castelo de Blasco Muñoz e a Torre de Mayoralgo





terça-feira, 24 de outubro de 2017

ESCAPADINHA A DUBLIN


Agora que as férias terminaram podemos aproveitar os fins de semana para umas escapadelas e fugir do stress do dia a dia. Esta é uma boa opção para fazer turismo em cidades europeias, desta feita, aproveitando as linhas aéreas de baixo custo, no conceito que dá pelo nome de “city short breaks”, para conhecer a diversidade de serviços em museus, locais de diversão e compras.

Proponho a visita a Dublin City uma das cidades mais antigas da Europa, ao visitar a capital da Irlanda é visitar um lugar rico em história e cultura, é a mistura perfeita de cultura e diversão.

Dublin desde os seus humildes começos começou como porto comercial dos Vikings a cidade medieval fortificada e depois, em séculos gloriosos de expansão, surge-nos em elegante metrópole georgiana com amplas e modernas ruas, praças graciosas e excelentes habitações, perfeitamente limitadas por dois canais.

A cidade de Dublin é da Guinness, dos festivais de rua, da música ao vivo, ao mesmo tempo, a cidade da literatura, de Kells, da terra natal de James Joyce, dos prémios Nobel William Butler Yeats, George Bernard Shaw e Samuel Beckett, declarada pela UNESCO como a Cidade da Literatura, Dublin é verdadeiramente inspiradora de uma tradição literária de mais de mil anos.

O clima irlandês muda constantemente ao longo do dia é normal existirem as quatro estações no mesmo dia, as correntes quentes do Golfo e os ventos dominantes de oeste do Atlântico são garantia de invernos suaves e verões. Por isso, devemo-nos precaver do indispensável vestuário, independentemente da altura do ano da visita.

A região e a cidade de Dublin possuem uma excelente rede de transportes públicos frequentes com tarifas económicas, incluindo a partir do aeroporto. 

A Airlink 747 Express, circula entre os terminais 1 e 2 do aeroporto com intervalos de 10 minutos ao centro da cidade, por 6,00€/viagem e 10,00€ ida e volta, conexões à rede de autocarros em Connolly Station, metro de superfície LUAS em The 3Arena, Connolly Station e Heuston Station, às estações centrais ferroviárias do intercidades em Connolly Station e Heuston Station. Os bilhetes são adquiridos no terminal 1 das chegadas do aeroporto no balcão de Informações, no terminal 2 no balcão I.C.E., em máquinas automáticas colocadas nas paragens dos autocarros, na sede da empresa Dublin Bus, 59 Upper O´Connell St., podendo também ser adquiridos a bordo dos autocarros.

Aircoah é um serviço em autocarros de luxo que partem em frente às portas dos terminais 1 e 2 do aeroporto, numa frequência de 15 minutos, ao centro da cidade, Donnybrook Road e Leopardstown. Os bilhetes de transporte são adquiridos no balcão de atendimento ao cliente da empresa no aeroporto, ou ao motorista no interior do autocarro, para mais informações consultar website www.aircoach.ie 

Na rede pública de autocarros de Dublin, alerto para o facto de que deveremos ter a quantia correcta quando entrarmos no autocarro porque o motorista não aceita notas de “euro” ou troco. O bilhete “Dublin Bus Freedom” de 3 dias (72 horas) custa 33,00€, a contagem começa a partir da primeira activação e é válido na rede pública de autocarros, no Airlink Express, Xpresso, Green Hop on Hop off, excluído está o Nitelink, para mais detalhes consultar a website www.dublinbus.ie

Esta capital cosmopolita está cheia de emoções e entusiasmo que não encontraremos em nenhum outro lugar, não deixa ninguém indiferente a quem a visita, vem escrever a tua própria história de Dublin!




Locais a não perder

An Post Museum (General Post Office)



Christ Church Cathedral ( a mais antiga Catedral de Dublin, do séc. XI)


Croke Park Stadium


Dublin Castle (séc. XIII)


Record Tower (séc. XIII)



Dublinia



Dublin Writers Museum


Guinness Storehouse



Jeanie Johnston Tall Ship


Kilmainham Gaol
National Library e National Museum of Ireland Archaeology


National Wax Museum Plus
Old Jameson Distillery


Old City, Temple Bar


St. Michan´s Church & Crypts (do séc. XVII e renovada em 1825)
St. Patrick´s Cathedral (séc. XII)


Trinity College (a mais antiga Universidade do País, fundada em 1592 pela rainha Elisabete I)


Garden of Remembrance


Leinster House – Parlamento (construído em 1745)


The O´Connell Monument e a Spire of Dublin



The Ambassador Theatre e Project Arts Theatre - Wall of Fame 



The Church - antiga Igreja agora transformada em Bar


Fitzwilliam Street (em tempos a mais longa rua Georgiana da Europa)
City Hall - Câmara Municipal (construído em 1769)
St Audoen´s Church (séc. XII) and Bell Tower (séc. XVII)


Custom House

Four Courts


St. Stephen´s Green – Dublin Fusiliers Arch e Shopping Center



Se porventura tiveres mais dias para usufruir em Dublin, há ainda muito para ver e fazer durante todos esses dias, aqui fica as minhas dicas… e cria o teu próprio dia em Dublin!

sábado, 25 de janeiro de 2014

CHIPRE - A ILHA D´AFRODITE

A ilha de Chipre no Mediterrâneo é conhecida por diversos motivos, primeiro de tudo, é um lugar extremamente popular para passar umas excelentes férias, e igualmente reputada devido ao seu magnífico clima ameno e ensolarado, pelos seus habitantes bastante hospitaleiros, pela segurança e pela sua gastronomia.

No entanto, algumas pessoas podem não saber que a ilha de Chipre está dividida a seguir à invasão turca em 1974, ocupando 36,2% do seu território soberano a norte da ilha, que exigiu a presença das Nações Unidas durante 25 anos. Ainda que a sua parte esteja sob ocupação estrangeira, a República de Chipre é intencionalmente reconhecida como o único Estado legítimo na ilha, sendo soberana sobre todo o território. Qualquer um de nós que visita a região livre de Chipre não se dará conta da situação, salvo se se aproximar da Linha Verde em Nicósia, capital de Chipre, ou se falar com os cipriotas que perderam seus parentes ou amigos durante a invasão de 1974.

O Sul da ilha de Afrodite possui uma rica herança cultural que se reflecte visitando as cidades e vilas, os sítios e monumentos arqueológicos, castelos e fortificações dispersos um pouco por toda o lado, lindíssimas baías com magníficas praias na mistura. Explorar a ilha da deusa Afrodite, como descreveu Eurípides há quase dois mil e quinhentos anos atrás, mesmo que entretanto muitas coisas mudaram desde então, o carácter mágico de Chipre prevalecerá para sempre nas nossas memórias fazendo desta uma estadia enriquecedora.


Existem dois aeroportos internacionais em Chipre, o de Lanarka e o de Pafos. Muitos turistas acham mais conveniente ou mais rentável voar do seu aeroporto local para o aeroporto de Larnaka, ao invés de Pafos, mesmo quando a sua estadia é em Pafos.
Reconhecendo esta realidade, as empresas de autocarros regionais lançaram um serviço diário entre estes dois aeroportos, Pafos a Limassol e Larnaca a Limassol, em duas etapas a 7,00 €/viagem cada, e dois serviços adicionais low-cost; o primeiro, entre Pafos-Limassol-Nicósia, excepto aos domingos, para mais informações e consulta de horários pelos telefones (+357) 26942069 ou 26931755, o segundo, do centro de camionagem em Pafos Centro (Kitma) para Polis, no litoral norte do distrito de Pafos ao pitoresco porto de Latchi e aos banhos da Afrodite, o serviço é diário, excepto aos domingos, enquanto, o serviço para Latchi é de segunda-feira a sexta-feira, para mais informações e consulta dos horários das carreiras será através dos telefones (+357) 26321114/5.

Para aqueles que escolhem ficar no lado leste da ilha frequentemente voam para o aeroporto de Pafos, ao invés de Larnaca, e para estes há uma carreira diária sempre ajustada aos voos de partida e chegada dos aviões podendo ser sempre alterada, seguindo a principal estrada costeira entre Coral Bay, Túmulos dos Reis, Kato Pafos, Marina a Geroskipou terminando no aeroporto de Pafos, num trajecto de 60 minutos, por 3,00 €.

Pafos

Todo o conjunto da cidade de Pafos está incluído na lista oficial da UNESCO como Património Cultural da Humanidade.

Em Pafos cada um de nós faz parte da sua gloriosa história que remonta a milhares de anos atrás quando Afrodite, deusa do Amor e da Beleza, é suposto ter emergido do mar, tornando o local, a cerca de 25 km de Pafos, principal Santuário na Antiguidade. Hoje Pafos é um pequeno porto mas durante os períodos Helénico e Romano foi a capital de Chipre, desde séc.IV a.C. até ao séc.IV d.C., dos Ptolomeus e dos Romanos, e local da passagem de S. Paulo em 45 d.C..

Ao contrário de outras cidades cipriotas, Pafos teve duas áreas geográficas distintas que se desenvolveram nos diferentes períodos históricos. Nea Pafos e Pafos Town Centre (Ktima), respectivamente, Kato/Pafos de Baixo e Pano/Pafos de Cima. O nome Ktima está associado à época Medieval, sugerindo um domínio real ou uma terra pertencendo a um Cavaleiro.

Por parte dos cipriotas nota-se que fazem um enorme esforço em atrair os turistas à cidade de Pafos Town Centre (Ktima), indevidamente considerada como se apenas se tratasse de uma área comercial ou ao cotidiano da população, contudo, para os cipriotas tem muito mais do que isso. O passeio a pé por Pafos Town Centre (Ktima) dá a quem o visita uma imagem geral de como a cidade evoluiu e se desenvolveu a partir de tempos tardios Bizantinos e Medievais, com referência históricas ligadas a outros importantes períodos Otomano, Britânico e Contemporâneo, por um lado, entrar no passado mas também conhecer melhor o centro comercial de Pafos.

Pafos Town Centre (Ktima) – alguns locais a não perder
Edifício dos Banhos Turcos
Mercado Municipal e “Laiki Gonia” (quarteirão pedonal)
Moutallos
Mesquita “Agia Sofia”
“Palaea Elektriki” Cultural Centre
Câmara Municipal
Fonte “Sleeping Eros”
Museu Bizantino
Parque Elias e Avgousta Malioti
Avenida Arcebispo Makarios


Kato Pafos (porto maritimo e marina)
Forte Medieval de Pafos (séc. XIII)
Igreja “Agia Solomoni” e catacumbas cristãs de “Agia Solomoni”


Ódeon de Pafos (séc. II), a seu lado as ruínas da antiga cidade, Templo de Asklepios, deus da 
Medicina e Agora romana (fórum)


“Limeniotissa” ruínas duma Basílica do início da era cristã (séc. V)
Basílica Paleocristã (séc. XIII) – Coluna de S. Paulo – Chrysopolitissa (Agia Kyriaki)



“Loutra” – os Banhos Turcos
Sítio Arqueológico de Kato Pafos (bilhete de ingresso 3,42€)



Mosaico (Casa de Dionísio)
Mosaico (Casa de Dionísio)

Fortaleza Santa Kolones



Sítio Arqueológico dos Túmulos dos Reis (bilhete de ingresso 1,71€)





Tour 1 – Coral Bay 
Coral Bay encontra-se servido por duas carreiras de autocarros, cómodos e espaçosos, ambas com horários alargados diurnos e nocturnos, ao Mercado em Pafos Town Centre, e outra a Kato Pafos, por 1,50€ a viagem. 

Coral Bay, zona muito procurada turisticamente, ruas repletas de lojas, restaurantes e animação nocturna, fabulosa praia e baía e possibilidade única de presenciar o magnífico pôr-do-sol.



Sítio Arqueológico St. George´s em Agios Georgios, as ruínas de duas basílicas paleocristãs e túmulos de pedra do período romano
Sítio Arqueológico de Maaprimeiros assentamentos gregos (Micénicos) e Museu (a 9km de Pafos)



Tour 2 – Lemesos e Kourion

Lemesos (Limassol) é a segunda maior cidade da ilha e o principal porto comercial da ilha, centro da indústria vinícola e pólo turístico por excelência, estende-se entre os sítios arqueológicos de duas antigas cidades-estado: Amathous, a este, e Kourion, a oeste. A cidade desenvolveu-se a partir de 1191, depois da destruição de Amathous por Ricardo Coração de Leão, actualmente os numerosos monumentos Bizantinos e Francos são os testemunhos da sua longa história. 

Limassol situa-se a 71 km de Pafos e está servida por uma carreira expresso de autocarro entre Pafos e Nicósia, para quem optar por este meio de transporte para realizar o Tour, o autocarro sai de Pafos Town Centre, rua Boumpoulinas, e o bilhete é de 10,00€. A deslocação ao sítio arqueológico Kourion será através de outro autocarro saindo junto ao Castelo de Limassol, o preço da viagem é de 5,00€, e o ingresso ao sítio arqueológico é de 1,71€.


Limassol – alguns locais a não perder
Castelo de Lemesos e Museu (séc. XIII)


Mesquita Kebir (a grande mesquita) (séc. XVI)
Museu Arqueológico Regional de Lemesos
O Parque das Esculturas (Passeio Marítimo)
Sítio Arqueológico Kourion (a 19km a oeste de Lemesos)




Kourion Stadium



Tour 3 – Polis e Latchi

A cidade de Polis dista 48 km de Pafos, situando-se precisamente no local onde em tempos se encontrava a cidade-estado de Marion, um importante centro comercial na época Clássica e Helénica, posteriormente, no período greco-romano foi rebaptizada por Arsione. 

Para este Tour se a opção tomada for o transporte público, o autocarro sairá da rua Boumpoulinas em Pafos Town Centre, com poucos lugares postos à disposição e horários reduzidos, devendo-se por conseguinte consultar previamente os horários de ambas as carreiras, o preço da viagem é 3,25€, o mesmo sucederá com o transporte ao local dos “Banhos de Aphrodite”, numa carrinha de 9 lugares, por 3,00€.


Polis – locais a não perder
“Os Banhos D´Afrodite” – Akamas, pequena piscina natural numa gruta, e segundo a lenda era o local onde a deusa tomava banho


Museu Arqueológico de Polis – Marion/Arsione
Latchi, porto marítimo e marina



Chrysochou Bay (Akamas)



Oportunamente noutro espaço serão apresentadas as cidades de Lanarka e Nicósia que por força de limitação de tempo disponível não foi possível abranger.

Lanarka 

Tour 1 - Choirokoitia (Património Cultural da UNESCO

Nicósia

Tour 1 - Rota Bizantina (Património Cultural da UNESCO

Tour 2 - Rota Cultural de Afrodite 


Até breve Chipre em Lanarka!