quinta-feira, 12 de abril de 2018

ATENAS - ROMÂNTICA E MODERNA


Atenas, cidade cosmopolita e capital do estado grego, fica na Ática, a sul de Stereá e banha-se pelo golfo Sarónico. Seu nome advém de “Atena”, deusa do conhecimento e da sabedoria. Aqui nasceu a democracia. Aqui foi criada a obra-prima da arquitectura – o Pártenon. Na consciência do todo o mundo civilizado Atenas é o símbolo, da liberdade, da arte e da democracia. Em Atenas as memórias nunca se apagam, seja onde ficar, seja onde virar, vai ver a sua rica história reviver. No seu centro dominam duas colinas, a de Acrópole, com os seus monumentos da época de Péricles, e a de Lycabeto com a sua pitoresca igrejinha de S. Jorge.

Atenas é hoje uma cidade, viva e frenética, moderna e romântica. Com as ruas e praças repletas de vida mas também com becos remotos, vizinhanças sossegadas e isoladas como a Plaka e Mets. Aos seus restaurantes e tabernas podemos saborear o que se desejar; às casas de espectáculos nocturnos, aos pubs, clubes e bares pode-se divertir e passar a noite até às primeiras horas da manhã porque em Atenas a festa quase nunca acaba. Pireu é o seu porto desde a antiguidade, hoje é construído no mesmo lugar onde se encontrava a cidade antiga, é um grande centro marítimo e financeiro, não só da Grécia mas de todo o Mediterrâneo, saindo dos eu porto todos os navios que ligam a capital a todos os cantos da Grécia insular e ao estrangeiro. Pireu fica a sudoeste de Atenas, quase 10 quilómetros fora do seu centro, a ligação faz-se através de autocarros e metropolitano. Os seus portozinhos naturais como Microlímano, Passalimani, Zea, Freatida e Hadjiquiriáquio são lugares animados e muito turísticos.

em breve…


Tour 1 - Delfos 

Apenas a duas horas de Atenas, Delfos é um destino turístico favorito por excelência, declarado Património Mundial pela UNESCO, sem dúvida o mais belo local da época clássica.

E, como ir de Atenas a Delfos? Por autocarro através da KTEL, a viagem tem a duração de cerca 2horas 50 minutos e tem o custo de 25,00€ por pessoa, o bilhete de entrada no sítio arqueológico e museu é 12,00€ por pessoa, em alternativa, a mais recomendada é através de autocarro por agência com guia no idioma preferido, solicitando-se nas recepções dos hotéis pois estes têm um intercâmbio entre eles, o preço inclui a viagem, entrada no sítio arqueológico e museu, sendo de 90,00€ por pessoa sem almoço e de 105,00€ por pessoa com almoço, a recolha e a largada dos passageiros é feita nos diferentes hotéis, a saída está prevista pelas 8 horas.

Aqui, o lendário Oráculo expressava as suas profecias, contando a Édipo, entre outros, o seu terrível destino. Os arredores de Delfos estão cheios de beleza e oportunidades para nadar, caminhar e esquiar, onde a Mitologia e História se encontram numa paisagem deslumbrante que deixa qualquer visitante sem fôlego, uma grande rede hoteleira, restaurantes e lojas modernas, localizada entre a montanha e mar, constitui a base ideal para a descoberta do verdadeiro coração da Grécia.

Na Antiguidade, Delfos foi o mais importante oráculo Pan-Helénico e um dos locais mais sagrados do mundo, aqui, reis, políticos e generais reuniam-se para um oráculo favorável do deus Apollo. O seu primeiro assentamento remonta ao período Micênico (séc. XIV-XII a.C.) mas o Santuário atingiu o seu auge por volta do século IV a.C./séc. IV d.C. com os Jogos Pythianos constituindo seu ponto de referência. Os monumentos mais importantes do sítio arqueológico são os seguintes:

Via Sacra esta estrada reconstitui a rota que Apollo seguiu até Delfos e termina no templo a ele dedicado, desde a entrada do recinto até ao Templo de Apollo

Templo de Apollo (séc. IV a.C.), dentro do qual foi o santuário, sede do Oráculo de Delphi

Tesouro dos Atenienses (finais do séc. VI a. C., início séc. V a.C.), abrigava as ofertas para Apollo

Bouleuterion (ano 600-500 a.C.), ao lado do Tesouro dos Atenienses

Tesouro dos Sífinios, estrutura de mármore semelhante a um templo. As estátuas estão no Museu

Anfiteatro (séc. IV a.C.) com capacidade para 5.000 lugares

A Cúpula, edifício circular (ano 380 a.C.)

Estádio (séc.V a.C.),renovado por Herodes Atticus (séc.II d.C.)

Fonte Castaliana

Museu Arqueológico de Delfos

Tour 2 - Sítio Arqueológico de Sounio

Como ir de Atenas para Cabo Sounio, a opção mais económica é de autocarro através da empresa KTEL Fokidas com saída no final da Alexandras Avenue, Areos Park, a viagem dura cerca de 90 minutos, pela estrada costeira, o bilhete adquire-se no interior do autocarro e o preço é de 6,90€, e o cuidado a ter é ao horário do último autocarro para regresso a Atenas, para o efeito deve-se consultar o horário disponibilizado e fornecido pela empresa que se encontra afixado na paragem:

Atenas-Sounio - 7h, 8h,10h, 11h, 13, 14h, 15,30h e 17h
Sounio-Atenas – 8h, 10h, 11h, 13h, 14h, 16h, 17h, 19h, e 20h

A viagem termina muito perto do sítio arqueológico e o ingresso é de 8,00€. O local dispõe ainda de esplanada-restaurante para que o visitante possa retemperar energias e apreciar o nostálgico local para mais tarde o regresso a Atenas ou continuar viagem a Lavrion.

A península de Sounio era habitada desde a Pré-história, e parece haver alguma forma de culto desde o período Micênico, já que Homero é o primeiro a descrever Sounion como “sagrado”, relata que na viagem de volta de Tróia, Menelaus aqui enterrou seu timoneiro Phrontis.

A construção do Templo de Poseidon e do Propileu são do início do século V a.C., destruído durante a invasão persa, antes que pudesse ser concluído. Entretanto, outro templo dórico em mármore com 6x13 colunas foi erigido no mesmo local. As figuras que compunham o friso acima da “cella” e partes deste, presentemente, estão no Museu de Lavrion.

Em 412 a.C., na guerra do Peloponeso, os Atenienses reforçaram a fortaleza que ocupava uma posição estratégica, de onde a cidade-estado de Atenas controlava passagem do Mediterrâneo para o mar Egeu e Pireu, seu porto central, bem como a península de Lavrion, e as ricas minas de prata. Por diversas vezes perdido para os Macedónios foi finalmente reconquistado pelos Atenienses, no ano 229 a.C..

O santuário de Athena encontra-se numa colina a cerca de 400 metros ao norte do promontório. Dois templos a Athena são preservados dentro do recinto poligonal, um menor e mais antigo, do ano 600-550 a.C., consiste de uma cela retangular com duas colunas Dóricas na frontaria, nas traseiras da “cella”, a base da estátua de culto de Athena, e um pequeno altar na frente do templo. Mais tarde, foi destruído pelos persas, e um templo novo e maior foi construído, semelhante ao anterior, mas com duas colunatas Iônicas adicionadas a leste e sul. Um recinto circular irregular perto dos templos está identificado com sendo o santuário de Phrontis, mencionado em Homero.



quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

ESCAPADINHA A SALAMANCA


Agora que as férias terminaram podemos aproveitar os bons fins-de-semana que se avizinham para uma escapadela e fugir do stress do dia-a-dia. Esta é uma boa opção para fazer turismo em cidades europeias, no novo conceito que dá pelo nome de “city short breaks”, para conhecer a diversidade de serviços em museus, locais de diversão e compras.

Proponho a visita à cidade espanhola de Salamanca, declarada Património da Humanidade pela UNESCO, que ao longo da sua história foi protagonista de factos significativos na história de Espanha.

Na ocupação romana da Península Ibérica toda esta região pertencia à província da Lusitânia, local onde fundaram a cidade Salmántica como era denominada. Ainda hoje na heráldica está a ponte romana recordando seu passado como passagem da “Via da Prata”, atravessava a Península Ibérica da Andaluzia Ocidental (província da Bética) até às Astúrias (província Tarraconensis). Conquistada pelos árabes, perdida e recuperada por diversas vezes, foi definitivamente reconquistada por Afonso VI, encarregando o seu genro, conde Raimundo de Borgonha, casado com a sua filha primogénita D. Urraca, para repovoamento desta parte do reino, outorgando-lhe o primeiro foral. A partir da Idade Média é uma sucessão de diferentes cidades desde, românicas, gótica, renascentista, barroca, moderna e tudo sempre sobre o mesmo território nas margens do rio Tormes, agrupando-se no perímetro amuralhado ainda hoje visível pelo traçado da Avenida Mirat, Passeios de Canalejas e Carmelitas, salvo as ruas mais recentes, todas as ruas da antiga cidade estão orientadas para a incomparável Praça Maior. 

Salamanca é uma cidade formosa, com um legado monumental e histórico relevante e, com uma das Universidades mais antigas da Europa como Oxford e Cambridge. Não é em vão que se tenha convertido nos últimos anos como um dos destinos turísticos de interior por excelência.

Venham então daí comigo!

em breve…


domingo, 12 de novembro de 2017

ESCAPADINHA A CÁCERES


Agora que as férias terminaram podemos aproveitar os bons fins-de-semana que se avizinham para uma escapadela e fugir do stress do dia-a-dia. Esta é uma boa opção para fazer turismo em cidades europeias, no novo conceito que dá pelo nome de “city short breaks”, para conhecer a diversidade de serviços em museus, locais de diversão e compras. Proponho visita a Cáceres, segunda cidade mais populosa da Estremadura e, desde 1986, como cidade Património da Humanidade da UNESCO.

Esta região já era habitada na época pré-romana e como exemplo temos a “Gruta de Maltavieso”, no espaço urbano da cidade, possuindo no seu interior as pinturas com cerca de 30.000 anos. Alguns historiadores pretendem localizar num suposto castro celtibérico situado no Bairro Monumental, a denominada “Castra Sevilia”, sobre a qual se fundou, mais tarde, aquando da ocupação da Península pelos romanos, Norba Cesarina por Lucio Cornelio Balbo, por volta do ano 25 a.C.. Já uns anos antes, num conhecido por Cáceres “El Viejo”, a poucos quilómetros, Cecilio Vatelio fundou o acampamento de Castra Caecilia, cerca de 78 a.C.. Desta época, conserva-se uma porta da muralha romana denominada Arco del Cristo, Puerta del Rio o del Concejo. A ocupação visigoda e as lutas familiares entre, Leovigildo e seu filho Hermenegildo, deram origem ao declínio de Norba Cesarina como importante colónia romana e será com a invasão árabe que recupera a sua antiga relevância estratégica.

No séc. XII, reconstroem-se as muralhas sobre fundações romanas, conservando-se ainda algumas torres como a de Bujaco, a da Yerba e a do Horno, depois sucedem-se as lutas entre árabes e cristãos até ser definitivamente conquistada por Afonso IX de Leão, em 1229, com a chegada de famílias aristocráticas provenientes do norte da península, finais do séc. XIII, construíram-se numerosos palácios e casas senhoriais em torno da Praça de Santa Maria e Praça de S. Mateo alcançando seu apogeu na época dos Reis Católicos, todavia, foi no séc. XVI, o momento mais importante para o desenvolvimento artístico e cultural de Cáceres, quando foi concluído quase em definitivo o seu conjunto monumental e, desta época são a maioria dos palácios e casas de características típicas de edifícios defensivos sob a influência renascentista.

Venham então daí comigo!

Cáceres encontra-se acessível de Portugal por três fronteiras, qualquer que seja a opção existem lindíssimas localidades com excelentes motivos de interesse do seu passado no património que chegou até aos nossos dias, não deixando ninguém indiferente e paragem obrigatória. Permitam pois, que faça uma sugestão como possível alternativa no percurso até Cáceres:

em breve…


terça-feira, 24 de outubro de 2017

DUBLIN

Proponho a visita a Dublin City uma das cidades mais antigas da Europa, ao visitar a capital da Irlanda é visitar um lugar rico em história e cultura, é a mistura perfeita de cultura e diversão.

Dublin desde os seus humildes começos começou como porto comercial dos Vikings a cidade medieval fortificada e depois, em séculos gloriosos de expansão, surge-nos em elegante metrópole georgiana com amplas e modernas ruas, praças graciosas e excelentes habitações, perfeitamente limitadas por dois canais. A cidade de Dublin é da Guinness, dos festivais de rua, da música ao vivo, ao mesmo tempo, a cidade da literatura, de Kells, da terra natal de James Joyce, dos prémios Nobel William Butler Yeats, George Bernard Shaw e Samuel Beckett, cidade declarada pela UNESCO como a Cidade da Literatura, Dublin é verdadeiramente inspiradora de uma tradição literária de mais de mil anos. O clima irlandês muda constantemente ao longo do dia é normal existirem as quatro estações no mesmo dia, as correntes quentes do Golfo e os ventos dominantes de oeste do Atlântico são garantia de invernos suaves e verões, por isso, devemos estar precavidos do indispensável vestuário, independentemente da altura do ano da visita. 

Esta capital cosmopolita não deixa ninguém indiferente a quem a visita, uma vez que tenha um gosto por Dublin, perceberemos que tem uma personalidade que não encontraremos em nenhum outro lugar.

Finalmente em Dublin, procurei evitar as opções turísticas ou táxis para chegar ao centro da cidade, optando sempre que possível pelas opções mais baratas, neste caso, decidi ir de autocarro da rede Dublin Bus, autocarros públicos que inclui a recente Nitelink e Airlink 747 Express, que circula entre os terminais 1 e 2 do aeroporto com intervalos de 10 minutos ao centro da cidade, por 6,00€/viagem e 10,00€ ida e volta. Os bilhetes são adquiridos no terminal 1 das chegadas do aeroporto no balcão de Informações e no terminal 2 no balcão I.C.E.. Na rede pública de autocarros de Dublin, alerto para o facto de que deveremos ter a quantia correcta quando entrarmos no autocarro porque o motorista não aceita notas de “euro” ou troco, para mais detalhes consultar a website www.dublinbus.ieem alternativa teria a empresa Aircoah com um serviço em autocarros de luxo que partem em frente às portas dos terminais 1 e 2 do aeroporto, numa frequência de 15 minutos, ao centro da cidade, Donnybrook Road e Leopardstown. Os bilhetes de transporte são adquiridos no balcão de atendimento ao cliente da empresa no aeroporto, ou ao motorista no interior do autocarro, para mais informações consultar website www.aircoach.ie.

Vem escrever a tua própria história de Dublin!




A minha selecção de locais imperdíveis que merecem uma atenção em Dublin City

An Post Museum (General Post Office)


Christ Church Cathedral (a mais antiga Catedral de Dublin, do séc. XI)


Croke Park Stadium



Dublin Castle (séc. XIII)


Record Tower (séc. XIII)



Dublinia



Dublin Writers Museum


Guinness Storehouse



Jeanie Johnston Tall Ship 



National Library e National Museum of Ireland Archaeology



Old Jameson Distillery


Old City, Temple Bar


St. Patrick´s Cathedral (séc. XII) 


Trinity College (a mais antiga Universidade do País, fundada em 1592 pela rainha Elisabete I)



Garden of Remembrance


Leinster House – Parlamento (construído em 1745)


The O´Connell Monument e a Spire of Dublin



The Ambassador Theatre e Arts Theatre - Wall of Fame



The Church – antiga Igreja agora transformada em Bar


Fitzwilliam Street (em tempos a mais longa rua Georgiana da Europa)
City Hall - Câmara Municipal (construído em 1769)
St Audoen´s Church (séc. XII)


Custom House (Câmara dos Representantes)


Four Courts


St. Stephen´s Green – Dublin Fusiliers Arch e Shopping Center



Aqui ficam as minhas dicas mas se porventura tiveres mais dias para usufruir em Dublin e arredores, há muito para ver e fazer durante todos esses dias e cria a tua própria estadia!

sábado, 25 de janeiro de 2014

CHIPRE - A ILHA D´AFRODITE

A ilha de Chipre no Mediterrâneo é conhecida por diversos motivos, primeiro de tudo, é um lugar extremamente popular para passar umas excelentes férias, e igualmente reputada devido ao seu magnífico clima ameno e ensolarado, pelos seus habitantes bastante hospitaleiros, pela segurança e pela sua gastronomia.

No entanto, algumas pessoas podem não saber que a ilha de Chipre está dividida a seguir à invasão turca em 1974, ocupando 36,2% do seu território soberano a norte da ilha, que exigiu a presença das Nações Unidas durante 25 anos. Ainda que a sua parte esteja sob ocupação estrangeira, a República de Chipre é intencionalmente reconhecida como o único Estado legítimo na ilha, sendo soberana sobre todo o território. Qualquer um de nós que visita a região livre de Chipre não se dará conta da situação, salvo se se aproximar da Linha Verde em Nicósia, capital de Chipre, ou se falar com os cipriotas que perderam seus parentes ou amigos durante a invasão de 1974.

O Sul da ilha de Afrodite possui uma rica herança cultural que se reflecte visitando as cidades e vilas, os sítios e monumentos arqueológicos, castelos e fortificações dispersos um pouco por toda o lado, lindíssimas baías com magníficas praias na mistura. Explorar a ilha da deusa Afrodite, como descreveu Eurípides há quase dois mil e quinhentos anos atrás, mesmo que entretanto muitas coisas mudaram desde então, o carácter mágico de Chipre prevalecerá para sempre nas nossas memórias fazendo desta uma estadia enriquecedora.


Existem dois aeroportos internacionais em Chipre, o de Lanarka e o de Pafos. Muitos turistas acham mais conveniente ou mais rentável voar do seu aeroporto local para o aeroporto de Larnaka, ao invés de Pafos, mesmo quando a sua estadia é em Pafos.
Reconhecendo esta realidade, as empresas de autocarros regionais lançaram um serviço diário entre estes dois aeroportos, Pafos a Limassol e Larnaca a Limassol, em duas etapas a 7,00 €/viagem cada, e dois serviços adicionais low-cost; o primeiro, entre Pafos-Limassol-Nicósia, excepto aos domingos, para mais informações e consulta de horários pelos telefones (+357) 26942069 ou 26931755, o segundo, do centro de camionagem em Pafos Centro (Kitma) para Polis, no litoral norte do distrito de Pafos ao pitoresco porto de Latchi e aos banhos da Afrodite, o serviço é diário, excepto aos domingos, enquanto, o serviço para Latchi é de segunda-feira a sexta-feira, para mais informações e consulta dos horários das carreiras será através dos telefones (+357) 26321114/5.

Para aqueles que escolhem ficar no lado leste da ilha frequentemente voam para o aeroporto de Pafos, ao invés de Larnaca, e para estes há uma carreira diária sempre ajustada aos voos de partida e chegada dos aviões podendo ser sempre alterada, seguindo a principal estrada costeira entre Coral Bay, Túmulos dos Reis, Kato Pafos, Marina a Geroskipou terminando no aeroporto de Pafos, num trajecto de 60 minutos, por 3,00 €.

Chipre dispõe de uma óptima rede de hotéis de excelentes comodidades nas mais importantes zonas balneares para todos os gostos e bolsas, a minha escolha recaiu no Roman Boutique Hotel, Tombs of the Kings Ave., situado a 1km do porto de Kato Pafos, a 5 minutos da praia, Paphos´ Blue Flag Faros Beach, muito próximo de bares e restaurantes e da paragem de autocarros para Coral Bay, é pois uma excelente opção para os que estão interessados em visitar portos, história e ver monumentos antigos, a minha estadia foram nove dias, 640,00€ e pequeno-almoço incluído, os quartos estão decorados com cenas da mitologia grega.

Pafos

Todo o conjunto da cidade de Pafos está incluído na lista oficial da UNESCO como Património Cultural da Humanidade.

Em Pafos cada um de nós faz parte da sua gloriosa história que remonta a milhares de anos atrás quando Afrodite, deusa do Amor e da Beleza, é suposto ter emergido do mar, tornando o local, a cerca de 25 km de Pafos, principal Santuário na Antiguidade. Hoje Pafos é um pequeno porto mas durante os períodos Helénico e Romano foi a capital de Chipre, desde séc.IV a.C. até ao séc.IV d.C., dos Ptolomeus e dos Romanos, e local da passagem de S. Paulo em 45 d.C..

Ao contrário de outras cidades cipriotas, Pafos teve duas áreas geográficas distintas que se desenvolveram nos diferentes períodos históricos. Nea Pafos e Pafos Town Centre (Ktima), respectivamente, Kato/Pafos de Baixo e Pano/Pafos de Cima. O nome Ktima está associado à época Medieval, sugerindo um domínio real ou uma terra pertencendo a um Cavaleiro.

Por parte dos cipriotas nota-se que fazem um enorme esforço em atrair os turistas à cidade de Pafos Town Centre (Ktima), indevidamente considerada como se apenas se tratasse de uma área comercial ou ao cotidiano da população, contudo, para os cipriotas tem muito mais do que isso. O passeio a pé por Pafos Town Centre (Ktima) dá a quem o visita uma imagem geral de como a cidade evoluiu e se desenvolveu a partir de tempos tardios Bizantinos e Medievais, com referência históricas ligadas a outros importantes períodos Otomano, Britânico e Contemporâneo, por um lado, entrar no passado mas também conhecer melhor o centro comercial de Pafos.

Pafos Town Centre (Ktima) – alguns locais a não perder
Edifício dos Banhos Turcos
Mercado Municipal e “Laiki Gonia” (quarteirão pedonal)
Moutallos
Mesquita “Agia Sofia”
“Palaea Elektriki” Cultural Centre
Câmara Municipal
Fonte “Sleeping Eros”
Museu Bizantino
Parque Elias e Avgousta Malioti
Avenida Arcebispo Makarios


Kato Pafos (porto maritimo e marina)
Forte Medieval de Pafos (séc. XIII)
Igreja “Agia Solomoni” e catacumbas cristãs de “Agia Solomoni”


Ódeon de Pafos (séc. II), a seu lado as ruínas da antiga cidade, Templo de Asklepios, deus da 
Medicina e Agora romana (fórum)


“Limeniotissa” ruínas duma Basílica do início da era cristã (séc. V)
Basílica Paleocristã (séc. XIII) – Coluna de S. Paulo – Chrysopolitissa (Agia Kyriaki)



“Loutra” – os Banhos Turcos
Sítio Arqueológico de Kato Pafos (bilhete de ingresso 3,42€)



Mosaico (Casa de Dionísio)
Mosaico (Casa de Dionísio)

Fortaleza Santa Kolones



Sítio Arqueológico dos Túmulos dos Reis (bilhete de ingresso 1,71€)





Tour 1 – Coral Bay 
Coral Bay encontra-se servido por duas carreiras de autocarros, cómodos e espaçosos, ambas com horários alargados diurnos e nocturnos, ao Mercado em Pafos Town Centre, e outra a Kato Pafos, por 1,50€ a viagem. 

Coral Bay, zona muito procurada turisticamente, ruas repletas de lojas, restaurantes e animação nocturna, fabulosa praia e baía e possibilidade única de presenciar o magnífico pôr-do-sol.



Sítio Arqueológico St. George´s em Agios Georgios, as ruínas de duas basílicas paleocristãs e túmulos de pedra do período romano
Sítio Arqueológico de Maaprimeiros assentamentos gregos (Micénicos) e Museu (a 9km de Pafos)



Tour 2 – Lemesos e Kourion

Lemesos (Limassol) é a segunda maior cidade da ilha e o principal porto comercial da ilha, centro da indústria vinícola e pólo turístico por excelência, estende-se entre os sítios arqueológicos de duas antigas cidades-estado: Amathous, a este, e Kourion, a oeste. A cidade desenvolveu-se a partir de 1191, depois da destruição de Amathous por Ricardo Coração de Leão, actualmente os numerosos monumentos Bizantinos e Francos são os testemunhos da sua longa história. 

Limassol situa-se a 71 km de Pafos e está servida por uma carreira expresso de autocarro entre Pafos e Nicósia, para quem optar por este meio de transporte para realizar o Tour, o autocarro sai de Pafos Town Centre, rua Boumpoulinas, e o bilhete é de 10,00€. A deslocação ao sítio arqueológico Kourion será através de outro autocarro saindo junto ao Castelo de Limassol, o preço da viagem é de 5,00€, e o ingresso ao sítio arqueológico é de 1,71€.


Limassol – alguns locais a não perder
Castelo de Lemesos e Museu (séc. XIII)


Mesquita Kebir (a grande mesquita) (séc. XVI)
Museu Arqueológico Regional de Lemesos
O Parque das Esculturas (Passeio Marítimo)
Sítio Arqueológico Kourion (a 19km a oeste de Lemesos)




Kourion Stadium



Tour 3 – Polis e Latchi

A cidade de Polis dista 48 km de Pafos, situando-se precisamente no local onde em tempos se encontrava a cidade-estado de Marion, um importante centro comercial na época Clássica e Helénica, posteriormente, no período greco-romano foi rebaptizada por Arsione. 

Para este Tour se a opção tomada for o transporte público, o autocarro sairá da rua Boumpoulinas em Pafos Town Centre, com poucos lugares postos à disposição e horários reduzidos, devendo-se por conseguinte consultar previamente os horários de ambas as carreiras, o preço da viagem é 3,25€, o mesmo sucederá com o transporte ao local dos “Banhos de Aphrodite”, numa carrinha de 9 lugares, por 3,00€.



Polis – locais a não perder
“Os Banhos D´Afrodite” – Akamas, pequena piscina natural numa gruta, e segundo a lenda era o local onde a deusa tomava banho


Museu Arqueológico de Polis – Marion/Arsione
Latchi, porto marítimo e marina



Chrysochou Bay (Akamas)



Oportunamente noutro espaço serão apresentadas as cidades de Lanarka e Nicósia que por força de limitação de tempo disponível não foi possível abranger.

Lanarka 

Tour 1 - Choirokoitia (Património Cultural da UNESCO

Nicósia

Tour 1 - Rota Bizantina (Património Cultural da UNESCO

Tour 2 - Rota Cultural de Afrodite 


Até breve Chipre em Lanarka!